sexta-feira, 10 de setembro de 2010

A figueira sem fruto


Vejamos Marcos 11: 12 a 20

v. 12 “No dia seguinte, quando saíram de Betânia, Jesus teve fome.
v. 13 E, vendo de longe uma figueira com folhas, foi ver se nela, porventura, acharia alguma coisa.
Aproximando-se dela, nada achou, senão folhas; porque não era tempo de figos.
v.14 Então, disse Jesus á figueira: nunca jamais coma alguém fruto de ti! E seus discípulos ouviram isto.
v.15 E foram para Jerusalém. E entrando ele no templo, passou a expulsar os que ali vendiam e compravam; derrubou as mesas dos cambistas e as cadeiras dos que vendiam pombas.
v.16 Não permitia que alguém conduzisse qualquer utensílio pelo templo;
v.17 também os ensinava e dizia: Não está escrito: Minha casa será chamada casa de oração para todas as nações?
Vós, porém, a tendes transformado em covil de salteadores.
v.18 E os principais sacerdotes e escribas ouviam estas coisas e procuravam um modo de lhe tirar a vida; pois o temiam, porque toda a multidão se maravilhava de sua doutrina.
v. 19 Em vindo a tarde, saíram da cidade.
v. 20 E eles passando pela manhã viram que a figueira tinha secado desde as raízes.

Parece que o texto lido carrega consigo uma espécie de arbitrariedade, de despotismo divino.
Eu já encontrei uma quantidade muito grande de pessoas que lêem esse acontecimento e fazem logo, de saída, a pergunta seguinte:
Escuta, por que Jesus fez isso com a pobrezinha da figueira, se está dito que nem tempo de figos era?
Que abuso! Que capricho!
Por que Ele tratou assim a pobre dessa árvore?
Que implicância foi essa?
Veja mais ..... Acima versão em forma de apresentação de slides, que pode ver em tela cheia. Clique: Menu/Full Screen

Adaptado por Prof. Homerzatt

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